Dinis Correia

Dinis Correia

@diniscorreia.com

Web guy. Powered by dark chocolate. 3% neanderthal. “Aguerrido e agressivo utilizador de bicicleta”, segundo alguns. Wannabe crossfitter. He/him 🏳️‍🌈🇵🇹 diniscorreia.com

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O post de homenagem em que Carlos Moedas atribui a Jorge Palma uma canção de Sérgio Godinho parece ter sido gerado por IA, surpreendendo um total de zero pessoas.

Lidl de Xabregas, 19:29. Fulano estaciona e sai do carro com dois sacos cheios de latas e garrafas, em direcção ao ponto de recolha Volta. Vê que as duas máquinas que existem estão fora de serviço, olha para o lado e suspira. Despeja os dois sacos no caixote de lixo indiferenciado que está ao lado.

Há umas semanas fiz uma sondagem numa rede social do lado: perguntei se uma bicicleta podia fazer uma rotunda sempre pela via mais à direita, mesmo que não saísse na primeira saída. 45% disseram que sim, 55% que não. A maioria está errada.

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O que me leva a outro ponto: não há nenhum mecanismo que garanta que quem tem carta fica a par das revisões ao Código da Estrada. Na prática, a divulgação fica entregue à comunicação social e à iniciativa de cada um.

Os utilizadores vulneráveis só ficam mais protegidos se toda a gente souber as regras; caso contrário, o efeito pode ser precisamente o inverso. Obrigado por terem vindo à minha TED Talk.

Há umas semanas fiz uma sondagem numa rede social do lado: perguntei se uma bicicleta podia fazer uma rotunda sempre pela via mais à direita, mesmo que não saísse na primeira saída. 45% disseram que sim, 55% que não. A maioria está errada.

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E faz sentido: para uma bicicleta, circular pela via interior seria mais perigoso. Imaginem ter de mudar de via a 15–20 km/h, no meio de carros bem mais rápidos, a sinalizar com uma mão e a controlar o guiador com a outra.

Vem isto a propósito de, há umas semanas, ter levado uma buzinadela e quase ter sido abalroado ao fazer uma rotunda por fora, por alguém que claramente não sabe disto. E em conversa com amigos que conduzem, percebi que quase ninguém sabia.

Há umas semanas fiz uma sondagem numa rede social do lado: perguntei se uma bicicleta podia fazer uma rotunda sempre pela via mais à direita, mesmo que não saísse na primeira saída. 45% disseram que sim, 55% que não. A maioria está errada.

A revisão do Código da Estrada em vigor desde 2014 diz que “os condutores de veículos de tração animal ou de animais, de velocípedes e de automóveis pesados, podem ocupar a via de trânsito mais à direita” nas rotundas (artigo 14.º-A, n.º 2).

Essa revisão trouxe várias medidas de protecção para utilizadores vulneráveis, onde se incluem as bicicletas: a distância mínima de 1,5 m nas ultrapassagens a ciclistas, o fim da obrigação de circular o mais à direita possível dentro da via (outro tema que daria pano para mangas), etc.

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Portugueses que me seguem, por favor assinem a petição contra a legalização de terapias de conversão de identidade de género e orientação sexual! Vamos mostrar que há mais de 17 mil cidadãos contra essas práticas! #portugal #terapiadeconversão #lgbt #petição

peticaopublica.comContra a legalização de terapias de conversão de identidade de género e orientação sexual : Petição PúblicaEsta petição quer contrariar o objectivo das 17.000 assinaturas entregues na Assembleia da República que pretende aprovar legislação que despenalize as terapias

Os estacionamentos para bicicletas não abundam e nem sequer existem em alguns bairros. Muitos dos que existem acabam por estar ocupados por trotinetas e bicicletas partilhadas, quando estas deviam ter outros locais designados, já que não precisam de ser presas a nada.

No programa eleitoral que apresentou em 2025, Carlos Moedas prometia construir 125 km de ciclovias. Pelos vistos, a prioridade passa agora por retirar da rua as bicicletas de quem as usa no dia-a-dia.

Mais: a acção deste sábado ocorre precisamente num local onde residem muitos imigrantes, estafetas de serviços de entrega de comida, cuja subsistência depende dessas bicicletas que agora lhes foram retiradas. Isto é de uma baixeza total.

Numa cidade onde o estacionamento abusivo é uma constante (nas passadeiras, nos passeios, em segunda fila), Carlos Moedas e o seu executivo acham que o grande problema do espaço público são as bicicletas.

A trocar a cobertura das eleições pela última temporada de The Handmaid’s Tale, porque prefiro uma distopia mais leve e menos angustiante.

Há algo de perverso neste discurso fúnebre sobre os Anjos (o bairro, não a banda), escrito pela mesma publicação que provavelmente contribui para a sua gentrificação: os artigos sobre os novos sítios da moda; as listas de bairros mais cool da cidade e do mundo, publicadas também internacionalmente.

Isto está a ser partilhado até à exaustão, mas só para destacar o óbvio: “Two different communities sharing the same streets – though certainly not the same cafes. (...) These remote workers, each bringing in money from abroad, are together creating a siloed economy.”

theguardian.com'There's an arrogance to the way they move around the city': is it time for digital nomads like me to leave Lisbon?Like so many others, I moved from London to Portugal’s capital for the sun, lifestyle – and the tax break. But as tensions rise with struggling locals, many of us are beginning to wonder whether we’re...

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A destruição de barracas ou discursos anti RSI tem dividendos políticos porque há falta de consciência de classe e sobretudo porque a pobreza é vista como uma falha moral e não como consequência do atual sistema económico. Por vezes vale a pena reiterar o óbvio.

“Em declarações à Lusa, José António Videira considerou que o resultado obtido na sua freguesia [Marvila], bem como no país, demonstra que as ‘pessoas estão fartas deste sistema, de ir às urnas’, considerando tratar-se de ‘um voto de protesto’.”

Incrível a quantidade de pessoas que parece não saber que os dias de greve não são pagos e que acham que os trabalhadores da CP querem "uns dias de férias".

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A gestão feita em São Bento atrasou durante horas vários passos de ação. Passava do meio-dia quando foi elaborado “um plano de comunicações de crise ao nível estratégico” e acionado o Sistema de Segurança Interna, mas o Governo não ativou o Sistema Nacional de Planeamento Civil de Emergência

Expresso@jornalexpresso.bsky.social

Governo acionou às 20h30 a rede de emergência de combustíveis e não acionou o sistema de planeamento de emergência civil. Ao centralizar a comunicação, o Governo atrasou o envio da mensagem da Proteção Civil à população, de acordo com os dados da fita do tempo a que o Expresso teve acesso

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Isto de já não caminhar para jovem faz-me ter referências que me levam a arregalar os olhos de vez em qdo. Aos "génios" da comunicação governamental não passou pela cabeça que o o "em família" ligado a comunicações governamentais tem peso histórico pouco agradável?